Translate

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Consciência Negra - Navio Negreiro - Castro Alves ( Exposição)

O QUE É CONSCIÊNCIA NEGRA 

“A luta pela liberdade dos negros brasileiros jamais cessou. Em 1971, um significativo capítulo de nossa história vinha à tona pela ação de homens e mulheres do Grupo Palmares. Lá do Rio Grande do Sul era revelada a data do assassinato de Zumbi, um dos ícones da República de Palmares. Passados sete anos, ativistas negros reunidos em congresso do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial cunharam o 20 de novembro como Dia da Consciência Negra. Em 1978, era dado o passo que tornaria Zumbi dos Palmares um herói nacional, vinculado diretamente à resistência do povo negro.

Herdamos os propósitos de Luiza Mahin, Ganga Zumba e legiões de homens e mulheres negras que se rebelaram a um sistema de opressão. Lançaram mão de suas vidas a se conformarem com a prisão física e de pensamento. Contrapuseram-se ante às tentativas de aniquilamento de seus valores africanos e contribuíram com seus saberes para a fundação e o progresso do Brasil.

Orgulhosamente, exaltamos nossa origem africana e referendamos a unidade de luta pela liberdade de informação, manifestação religiosa e cultural. Buscamos maior participação e cidadania para os afro-brasileiros e nos associamos a outros grupos para dizer não ao racismo, à discriminação e ao preconceito racial.

Que este 20 de Novembro, assim como todos os outros, seja de muita festividade, alegria e renove nossas energias para continuarmos nossa trajetória para conquista de direitos e igualdade de oportunidades. Estejamos todos, homens e mulheres negras, irmanados nesta caminhada pela liberdade e pela consciência da riqueza da diversidade racial!”

Matilde Ribeiro
Ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Ano em que nasci 1971, dia 20/11 aniversário de meu pai (Coincidência , escrito por Deus)

O trabalho versou a conscientização, através de informações com trabalhos pesquisas e inseriu a reciclagem, tudo foi exposto ao público e a aceitação e a maneira como os alunos receberam e perguntavam foi de grande importância, pois podemos perceber que realmente queriam e estavam aprendendo.
A construção do Navio Negreiro é toda com material reciclável.
Todas as salas participaram do trabalho.


Navio Negreiro      
Castro Alves
I
'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço 
Brinca o luar — dourada borboleta; 
E as vagas após ele correm... cansam 
Como turba de infantes inquieta.
'Stamos em pleno mar... Do firmamento 
Os astros saltam como espumas de ouro... 
O mar em troca acende as ardentias, 
— Constelações do líquido tesouro...
'Stamos em pleno mar... Dois infinitos 
Ali se estreitam num abraço insano, 
Azuis, dourados, plácidos, sublimes... 
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...
'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas 
Ao quente arfar das virações marinhas, 
Veleiro brigue corre à flor dos mares, 
Como roçam na vaga as andorinhas...
Donde vem? onde vai?  Das naus errantes 
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? 
Neste saara os corcéis o pó levantam,  
Galopam, voam, mas não deixam traço.
Bem feliz quem ali pode nest'hora 
Sentir deste painel a majestade! 
Embaixo — o mar em cima — o firmamento... 
E no mar e no céu — a imensidade!
Oh! que doce harmonia traz-me a brisa! 
Que música suave ao longe soa! 
Meu Deus! como é sublime um canto ardente 
Pelas vagas sem fim boiando à toa!
Homens do mar! ó rudes marinheiros, 
Tostados pelo sol dos quatro mundos! 
Crianças que a procela acalentara 
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba 
Esta selvagem, livre poesia 
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa, 
E o vento, que nas cordas assobia... 
..........................................................
Por que foges assim, barco ligeiro? 
Por que foges do pávido poeta? 
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira 
Que semelha no mar — doudo cometa!
Albatroz!  Albatroz! águia do oceano, 
Tu que dormes das nuvens entre as gazas, 
Sacode as penas, Leviathan do espaço, 
Albatroz!  Albatroz! dá-me estas asas. 
II

Que importa do nauta o berço, 
Donde é filho, qual seu lar? 
Ama a cadência do verso 
Que lhe ensina o velho mar! 
Cantai! que a morte é divina! 
Resvala o brigue à bolina 
Como golfinho veloz. 
Presa ao mastro da mezena 
Saudosa bandeira acena 
As vagas que deixa após.
Do Espanhol as cantilenas 
Requebradas de langor, 
Lembram as moças morenas, 
As andaluzas em flor! 
Da Itália o filho indolente 
Canta Veneza dormente, 
— Terra de amor e traição, 
Ou do golfo no regaço 
Relembra os versos de Tasso, 
Junto às lavas do vulcão!
O Inglês — marinheiro frio, 
Que ao nascer no mar se achou, 
(Porque a Inglaterra é um navio, 
Que Deus na Mancha ancorou), 
Rijo entoa pátrias glórias, 
Lembrando, orgulhoso, histórias 
De Nelson e de Aboukir.. . 
O Francês — predestinado — 
Canta os louros do passado 
E os loureiros do porvir!
Os marinheiros Helenos, 
Que a vaga jônia criou, 
Belos piratas morenos 
Do mar que Ulisses cortou, 
Homens que Fídias talhara, 
Vão cantando em noite clara 
Versos que Homero gemeu ... 
Nautas de todas as plagas, 
Vós sabeis achar nas vagas 
As melodias do céu! ... 
III

Desce do espaço imenso, ó águia do oceano! 
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano 
Como o teu mergulhar no brigue voador! 
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras! 
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ... 
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror! 
IV

Era um sonho dantesco... o tombadilho  
Que das luzernas avermelha o brilho. 
Em sangue a se banhar. 
Tinir de ferros... estalar de açoite...  
Legiões de homens negros como a noite, 
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas  
Magras crianças, cujas bocas pretas  
Rega o sangue das mães:  
Outras moças, mas nuas e espantadas,  
No turbilhão de espectros arrastadas, 
Em ânsia e mágoa vãs!
E ri-se a orquestra irônica, estridente... 
E da ronda fantástica a serpente  
Faz doudas espirais ... 
Se o velho arqueja, se no chão resvala,  
Ouvem-se gritos... o chicote estala. 
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,  
A multidão faminta cambaleia, 
E chora e dança ali! 
Um de raiva delira, outro enlouquece,  
Outro, que martírios embrutece, 
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra, 
E após fitando o céu que se desdobra, 
Tão puro sobre o mar, 
Diz do fumo entre os densos nevoeiros: 
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros! 
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . . 
E da ronda fantástica a serpente 
          Faz doudas espirais... 
Qual um sonho dantesco as sombras voam!... 
Gritos, ais, maldições, preces ressoam! 
          E ri-se Satanás!...  
V

Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus! 
Se é loucura... se é verdade 
Tanto horror perante os céus?! 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
De teu manto este borrão?... 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão!
Quem são estes desgraçados 
Que não encontram em vós 
Mais que o rir calmo da turba 
Que excita a fúria do algoz? 
Quem são?   Se a estrela se cala, 
Se a vaga à pressa resvala 
Como um cúmplice fugaz, 
Perante a noite confusa... 
Dize-o tu, severa Musa, 
Musa libérrima, audaz!...
São os filhos do deserto, 
Onde a terra esposa a luz. 
Onde vive em campo aberto 
A tribo dos homens nus... 
São os guerreiros ousados 
Que com os tigres mosqueados 
Combatem na solidão. 
Ontem simples, fortes, bravos. 
Hoje míseros escravos, 
Sem luz, sem ar, sem razão. . .
São mulheres desgraçadas, 
Como Agar o foi também. 
Que sedentas, alquebradas, 
De longe... bem longe vêm... 
Trazendo com tíbios passos, 
Filhos e algemas nos braços, 
N'alma — lágrimas e fel... 
Como Agar sofrendo tanto, 
Que nem o leite de pranto 
Têm que dar para Ismael.
Lá nas areias infindas, 
Das palmeiras no país, 
Nasceram crianças lindas, 
Viveram moças gentis... 
Passa um dia a caravana, 
Quando a virgem na cabana 
Cisma da noite nos véus ... 
... Adeus, ó choça do monte, 
... Adeus, palmeiras da fonte!... 
... Adeus, amores... adeus!...
Depois, o areal extenso... 
Depois, o oceano de pó. 
Depois no horizonte imenso 
Desertos... desertos só... 
E a fome, o cansaço, a sede... 
Ai! quanto infeliz que cede, 
E cai p'ra não mais s'erguer!... 
Vaga um lugar na cadeia, 
Mas o chacal sobre a areia 
Acha um corpo que roer.
Ontem a Serra Leoa, 
A guerra, a caça ao leão, 
O sono dormido à toa 
Sob as tendas d'amplidão! 
Hoje... o porão negro, fundo, 
Infecto, apertado, imundo, 
Tendo a peste por jaguar... 
E o sono sempre cortado 
Pelo arranco de um finado, 
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade, 
A vontade por poder... 
Hoje... cúm'lo de maldade, 
Nem são livres p'ra morrer. . 
Prende-os a mesma corrente 
— Férrea, lúgubre serpente — 
Nas roscas da escravidão. 
E assim zombando da morte, 
Dança a lúgubre coorte 
Ao som do açoute... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus, 
Se eu deliro... ou se é verdade 
Tanto horror perante os céus?!... 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
Do teu manto este borrão? 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão! ... 
VI

Existe um povo que a bandeira empresta 
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!... 
E deixa-a transformar-se nessa festa 
Em manto impuro de bacante fria!... 
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, 
Que impudente na gávea tripudia? 
Silêncio.  Musa... chora, e chora tanto 
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...
Auriverde pendão de minha terra, 
Que a brisa do Brasil beija e balança, 
Estandarte que a luz do sol encerra 
E as promessas divinas da esperança... 
Tu que, da liberdade após a guerra, 
Foste hasteado dos heróis na lança 
Antes te houvessem roto na batalha, 
Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga! 
Extingue nesta hora o brigue imundo 
O trilho que Colombo abriu nas vagas, 
Como um íris no pélago profundo! 
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga 
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo! 
Andrada! arranca esse pendão dos ares! 
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

A CONSTRUÇÃO






O grande dia:  20.11.15


A EXPOSIÇÃO




















terça-feira, 11 de agosto de 2015

Gêneros Textuais

CARACTERÍSTICAS

DE ALGUNS GÊNEROS TEXTUAIS



CARTA
Estrutura: narrativa argumentativa.
Redigida na 1ª pessoa do singular (individual) ou 1ºª pessoa do plural (coletiva).
Organização:
Cabeçalho: indica lugar e tempo da produção, destinatário e interpelação;
Corpo: desenvolvimento da mensagem;
Despedida: indica saudação e assinatura do remetente;
Estilo:informal ou formal, dependendo do destinatário;
Para sobrescritar o envelope, é necessário colocar, na frente o nome do destinatário, endereço, cidade, estado e o CEP ( Código de Endereçamento Postal). No verso, os dados do remetente,Selar e postar a carta.
No caso de uma correspondência ser entregue pelo remetente, basta escrever no envelope o nome do destinatário e, no canto inferior direito, a expressão “Em mãos'

CARTÃO
O cartão, geralmente, é uma forma de mandar mensagens curtas, em ocasiões especiais ou datas comemorativas para pessoas amigas.
Um cartão deve conter:
O nome da pessoa para quem será enviado;
Uma mensagem;
O nome de quem envia;
A data;
Dependendo do cartão, pode conter também uma ilustração que caracteriza a data.


BILHETE
É uma comunicação simples e básica, na qual imite apenas a mensagem para pedir agradecer, oferecer, informar, desculpar ou perguntar.
O bilhete é composto normalmente de:
Data: deve ser abreviada e colocada no início ou no final do bilhete sem parágrafos; 
Saudação:deve ser no início do bilhete, lado esquerdo, sem parágrafo, e junto ao nome do destinatário;
Mensagem: salta-se uma linha da saudação. É escrito de forma sintética. Deve ser apenas em 01 parágrafo, mas pode usar ponto seguido;
Despedida: salta-se 01 linha do final da mensagem e o escreve no meio da outra linha; Nome do remetente: salta-se uma linha, escreve-se abaixo da despedida, do meio para o final da linha.


CONVITEÉ uma comunicação simples e básica, na qual imite apenas a mensagem para pedir agradecer, oferecer, informar, desculpar ou perguntar.
O bilhete é composto normalmente de:
Data: deve ser abreviada e colocada no início ou no final do bilhete sem parágrafos;
Saudação:deve ser no início do bilhete, lado esquerdo, sem parágrafo, e junto ao nome do destinatário;
Mensagem:salta-se uma linha da saudação. É escrito de forma sintética. Deve ser apenas em 01 parágrafo, mas pode usar ponto seguido;
Despedida: salta-se 01 linha do final da mensagem e o escreve no meio da outra linha;
Nome do remetente: salta-se uma linha, escreve-se abaixo da despedida, do meio para o final da linha.


HISTORIA EM QUADRINHOS
Estrutura narrativa apresentada por meio de mensagem icônica e mensagem lingüística.
Textos sintéticos e diretos, apresentados em balões ou legendas.
Os balões, de diferentes tipos,são utilizados para indicar fala de personagens (discurso direto),
idéias, pensamentos, sentimentos e ruídos.
A seqüência a ser lida é indicada pela localização dos balões: lê-se, primeiro, o que está acima e à esquerda para a direita, do plano posterior para o primeiro plano.
O corpo e a espessura das letras estão diretamente ligadas às ações e sentimentos pelas personagens.
Utilização de onomatopéia dentro ou fora de balões.
Utilização de metáforas visuais representando sensações, sonhos, recordações.
Nas histórias em quadrinhos, as falas aparecem nos balcões; a narrativa, no retângulo: o pensamento e o cochicho, em balcões em forma de nuvem e traçados com linha pontilhada, respectivamente.


CANTIGA DE RODA
Outra forma poética muito apreciada pelas crianças é a cantiga de roda, brincadeira infantil que permite várias evoluções, combinações de vozes e movimentos variados.
Algumas podem ser acompanhadas de palmas e sapateios; outras se ocupam da escolha do par, há ainda aquelas em que as perguntas feitas à dona da roda são respondidas pelo grupo que está à sua volta.
Apresentam temas populares, rimas e ritmo bem definido, cadenciado.


PIADAS
São textos anônimos, ou seja, não são assinados. Isso significa que elas não têm um autor conhecido.
À medida que são contadas, vão sendo modificadas e reelaboradas, de acordo com as circunstâncias.
As piadas têm finalidade de fazer o ouvinte ou leitor rir. Algumas são tão engraçadas do que outras por causa do final inesperado, do grau de surpresa do desfecho ou da graça de quem as narra.
Para que a piada atinja o seu objetivo, é essencial que ela seja desconhecida para quem a ouve ou lê, pois, se a pessoa já a conhece, a surpresa deixa de existir e a piada perde a graça.
As piadas, em geral, são transmitidas oralmente. Por causa disso,é difícil contarmos da mesma maneira que ouvimos: sempre retiramos ou acrescentamos algo. Elas são um excelente recurso para executar tanto a expressão oral quanto a expressão escrita.


CONTO DE FADA
Tendência para a magia, o encantamento. As transformações ocorridas são produzidas por seres encantados, dotados de poderes sobrenaturais: fadas, magos, anões.
Estrutura com esquema sequencial composto por três momentos:
Situação inicial ( apresentação e localização das personagens – heróis, heroínas e vilões, normalmente representados por príncipes, princesas e bruxas);
Surgimento de um conflito provocado pela intenção maldosa (do vilão) contra uma pessoa de bem (herói ou heroína), o que dá origem a diferentes acontecimentos (complicação);
Recuperação do equilíbrio graças á ação mágica de objetos ou pessoas (varinha de condão, príncipe, por exemplo). Final feliz (resolução ou desenlace);
Geralmente, a demarcação do tempo aparece no início do parágrafo, de forma imprecisa: Era uma vez... “, “Certa vez...”.
Frequentemente usa –se a expressão “ E foram felizes para sempre”, “ E viveram felizes para sempre”, indicando final feliz.


CONTO POPULAR
Relato em prosa de fatos criados pelo imaginário coletivo.
Não tem autor.
Tende para a magia, a fantasia. Sendo assim, as pessoas, os lugares e as situações não se restringem a representar tipos ou situações reais.
Características mais marcantes: a distância no tempo, a disputa entre fortes e fracos, a vitória do bem contra o mal.
Estrutura com esquema seqüencial composto por três momentos:
Situação inicial – quem são as personagens, onde moram, como vivem;
Surgimento de um conflito que dá origem a diferentes acontecimentos (complicação);
Recuperação de equilíbrio graças à solução do conflito (resolução ou desenlace);
Os textos são narrados em 1ª ou 3ª pessoa.
Frequentemente são usados diálogos marcados por travessão.


ACALENTO
Cantigas de berço que têm a função de ajudar a embalar e fazer adormecer as crianças.
Características:
Monotonia melódica;
Frases longas e chorosas com o fim de provocar o enfado e o sono;
Uso freqüente de interjeições.


FÁBULAS
Esse gênero literário nasceu no Oriente e foi reinventada no Ocidente pelo escravo grego Esopo, que escrevia histórias baseadas em animais, para ensinar como agir com sabedoria.
Na fábula, podem distinguir-se duas partes:
A história, isto é, o que acontece;
O significado da história, ou seja, o que o autor pretende transmitir. Esta parte, que está sempre no final, é denominada moral, pois passa uma visão do que seja “certo” ou “errado”. Às vezes, a moral não está expressa, mas fica subtendida.
Objetivo: Transmitir um ensinamento.
Estrutura básica freqüente: diálogo entre animais, uma situação exemplar e um ensinamento moral como conclusão.


TRAVA-LÍNGUAS
É um tipo de parlenda cujas palavras, expressões ou versos são, na maioria das vezes, de difícil pronuncia ( trocas vocálicas e consonantais).
Dever sempre dito com rapidez.
A repetição rápida provoca deturpação dos termos e, consequentemente, do seu sentido de origem ( Melo, 1995).
O exercício de dicção exigido exerce fascínio na criança, além de ser um desafio lingüístico para ela.
Muitos trava-línguas priorizam o trabalho articulatório, utilizando o significante em detrimento do significado, produzindo, diversas vezes,conjuntos com total ilogicidade.


PARLENDAS
As parlendas são uma arrumação de palavras que embora não sejam acompanhadas de melodia, apresentam rimas que obedecem a um ritmo próprio.
São faladas de forma bem cadenciada, podendo ser acompanhadas ou não de gestos.
As parlendas têm a função basicamente cognitiva (dedicam-se à memorização de conhecimentos relacionados à contagem, aos saberes ingênuos da natureza, à transmissão de regras de convívio ) ou sortear crianças que participarão de jogos ou outras atividades, ensinar algo, divertir, entreter ou aquietar crianças, ou criticar alguém.
Essa forma de poesia infantil é ensinada pelos pais ou babás e logo repetida pela criança como conquista própria.


POESIA
Forma: verso, estrofe, rima, ritmo.
Conteúdo: assunto, personagem, ambiente, tempo.
Poesia: Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugerir emoções por meio de uma linguagem.


POEMA
Geralmente escrito em versos e com distribuição espacial particular: linhas curtas e agrupamento em estrofes dão relevância aos espaços em branco ao redor do texto, entre os versos ou blocos de versos ou ainda dentro dos versos (poesia contemporânea).
Recursos poéticos:
Uso freqüente, mas não é obrigatório, de rimas ( repetição de sons no final ou no interior de versos diferentes, na mesma posição ou em posições variadas);
Ritmo: movimento dado principalmente pela alternância regular de sílabas fortes (tônicas) e fracas (átonas), pela repetição de consoante ou consoantes similares (aliteração), pela repetição de uma mesma vogal (assonância), pela repetição de palavras e versos, pelo refrão, pelas rimas.
Jogo de palavras: uso de trocadilhos(repetição de termos semelhantes ou iguais, com significados deferentes), onomatopéias( palavras ou frases obtidas pela mudança de posição da letras de outras palavras ou frases. Exemplo; Raul – luar.
Predomínio da linguagem conotativa (linguagem figurada, passível de diferentes interpretações).
Poema: obra em verso em que há poesia


QUADRINHA
As quadrinhas são poemas de quatro versos que preservam, geralmente, de forma irônica, o saber popular.


LETRA DE MÚSICA
É um texto escrito na forma de poema, em geral com a intenção de acompanhar uma melodia.
Aspectos observados na música:
Sensação de ouvir a música: alegria/tristeza, irritação/paz, calma/nervosismo.
Sons: fortes/fracos, quentes/frios, definidos/confusos.
Instrumentos: um só/vários instrumentos, fáceis de reconhecer/confusos.
Intensidade: rápida/lenta, quantas partes ela tem.


CRÔNICA
Este tipo de texto focaliza sempre os assuntos cotidianos e, geralmente, são escritos em linguagem coloquial, evidenciando a fala comum, popular.
É uma narração ou descrição breve do cotidiano. Geralmente é escrita no momento do acontecido. Este texto não possui todos os elementos de uma narrativa ou seja, não é preciso que tenha início, meio e fim. Ela fala apenas o fato com grande dose de humor.
As crônicas, por vezes, aproxima-se bastante do conto, especialmente quando, ao contarem uma história, adquirem caráter narrativo; e parecem artigos jornalísticos, quando são dissertativos, pois acentuam as opiniões do autor. Nesse caso, o autor utiliza no início a 3ª pessoa do singular e depois acaba inserindo-se no texto, pelo uso da 1ª pessoa do plural, para melhor convencer o leitor daquilo que está afirmado.
Apesar de serem produções escritas em prosa, muitas vezes, devido ao uso da linguagem poética, as crônicas se constituem em verdadeiros poemas em prosa.


TEXTOS DE OPINIÃO
São escritos com o objetivo de defender um ponto de vista, uma opinião sobre algum assunto. Esse tipo de texto apresenta informações ao leitor como ponto de partida para as opiniões que se defendem.
A divisão em parágrafos no texto argumentativo é também muito importante porque ajuda o leitor a seguir o raciocínio de quem escreve. Uma boa seqüência lógica torna o texto mais eficiente. Por isso, é importante e útil fazer um roteiro prévio dos parágrafos antes de escrever um texto de opinião.
O texto de opinião tem como ponto de vista convencer o leitor de um determinado ponto de vista. No entanto, é possível que esse tipo de texto nos leve à dúvida.


RESENHA
É um texto escrito com a finalidade de comentar um fato ou acontecimento qualquer(jogo, festa, comemorações, feira) ou textos e obras cultural (romance, peça teatral, filme).
O conteúdo da resenha depende da finalidade a que ela se presta. Assim, o autor da resenha seleciona os aspectos importantes, partindo do princípio de que o leitor não conhece o objeto analisado. Se for um livro, indica o título, o autor, a editora, o tradutor e até o preço.
A resenha pode ser descritiva ou crítica.
Ela é descritiva quando não apresenta nenhum julgamento ou apreciação do resenhador e é crítica quando apresenta apreciações, notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou. Nesse caso, uma boa resenha apresenta argumentos: por que é bom, ruim, etc.


DISSERTAÇÃO
Dissertar é: debater, discutir, questionar um tema (assunto)
Dissertação é a apresentação de opiniões, idéias e comentários sobre um determinado assunto, onde se apresenta um ponto de vista com argumentação que o fundamenta.
A forma mais prática é através de esquema ou indagações sobre o tema. Exemplo:
INTRODUÇÃO ( 01 parágrafo) – O que é...
DESENVOLVIMENTO(Usa-se o tanto de parágrafos que se fizerem necessários )
Como é...
Para que serve...
Pontos positivos...
Pontos negativos...
CONCLUSÃO (01 parágrafo) – Como gostaria que fosse ou O resultado obtido...
O enriquecimento da linguagem é dado por meio de um rico vocabulário (beleza de estilo) junto aos conectivos corretos que são as preposições, conjunções ou palavras similares (clareza e coesão)
Pontuação inadequada:
Ponto de interrogação – não o pode usar sem dar a resposta à pergunta feita.
Reticências – não se usa, pois ela deixa lacunas de pensamentos e o argumento fica falho.
Dois pontos – não se usa, pois na dissertação não há diálogo nem citação.
Aspas, colchetes ou parentes – usa-se somente em caso de citação de outro autor ou explicação dos fatos.


PEÇA TEATRAL
Texto conversacional acompanhado de descrições e anotações para a composição de personagens, cenário, iluminação, vestuário etc. (texto escrito produzido para ser falado).
Progressão temática estabelecida por atos, que são divididos em cenas.
Frequentemente são usados diálogos, marcados por travessões e sinais de pontuação, estabelecendo os turnos de palavras.
Linguagem coloquial ou formal.


ADIVINHAS
As adivinhas propõem a decifração de um enigma por meio de descrições de objetos e animais ou de narrações de acontecimentos comparados a outros conjuntos equivalentes. Exigem raciocínio matemático e operam por analogia.



INSTRUÇÕES DE JOGOS
Função: orientar a montagem do brinquedo e cuidados.
Estrutura descritiva.
Normalmente apresenta um texto identificando o brinquedo, características, seqüência de montagem, uso, cuidados, defeitos possíveis e assistência a técnica.

BULA DE REMÉDIO
Função: orientar a montagem do brinquedo e cuidados.
Estrutura descritiva.Normalmente apresenta um texto identificando o nome do remédio e laboratório, apresentação, composição, indicações e contra-indicações, posologia

NOTÍCIA
Relato de fatos de interesse e importância para a comunidade.
Estrutura básica: utilização freqüente de “pirâmide invertida”, ou seja, as informações mais importantes são dadas no início do texto e as demais, em ordem decrescente de importância. Podem-se observar as seguintes etapas:
Título: sintetiza o tema central de forma a atrair a atenção do leitor (manchete).
“Lead” (lide: O Que? Quem? Quando? Onde? Por que? Para quê?) resumo das informações mais importantes do texto, no primeiro parágrafo;
Desenvolvimento:detalhamento (texto).
Texto claro, enxuto, objetivo.
Redigido em 3ª pessoa.
Estilo formal. Porém utiliza-se linguagem simples, próprias do cotidiano.
As informações apresentadas firam em torno das perguntas


LEGENDA
Função:comentar fato ou desenho e atrair a atenção do leitor, sem ser redundante.
Textos sintéticos e diretos apresentados, geralmente, abaixo ou ao lado de fotos ou ilustrações.
Informa quem ou o que está na foto, o que está fazendo, onde foi tirada.


REPORTAGEM
Relato de acontecimento importante, feito por jornalista que tenha estado no local em que o fato ocorreu ou tenha apurado as informações relativas a ele.
Contém informações precisa e objetiva do fato, relato das partes envolvidas, e às vezes, opinião de especialistas.
Textos longos são divididos em diversos capítulos
( retrancas ou sub-retrancas), intercalados por inter-títulos, melhorando a apresentação visual e facilitando a compreensão dos mesmos.


ENQUETE
Enquete é a reunião de testemunhos ou opiniões de determinado número de pessoa sobre um assunto.
A enquete é muito utilizada em programas de TV e rádio, quando se necessita saber a opinião popular sobre:
Qual é o melhor jogador de futebol da seleção brasileira?
Qual é o seu programa de TV favorito?
Qual é o seu livro favorito?Atualmente, tem-se usado muito a internet para agilizar as enquetes


CHARGEÉ um desenho humorístico, com ou sem legenda, ou balão encontrado em jornais, revistas, televisão, tendo como tema algum acontecimento atual.
Tem como finalidade criticar humoristicamente fatos políticos e sociais. Para compreendê-la, o leitor deve conhecer o assunto da charge. As características das pessoas são quase sempre exageradas para despertar o humor.


RÓTULOS
Quando vamos ao supermercado, encontramos diversos tipos de mercadorias com embalagens diferentes.
As embalagens possuem rótulos que informam ao consumidor o nome do produto, os ingredientes utilizados, peso, a data de fabricação, forma de conservação,a data de validade, fabricante e o local (Cidade-estado) de fabricação.


REPORTAGEM FOTOGRÁFICA
A fotografia é o principal elemento informativo.
As fotos são acompanhadas de legendas ou pequenos textos, que permitem ao leitor compreender ou avaliar o que está vendo.


PROPAGANDA
Função: convencer o consumidor a comprar um produto ou uma idéia.
Texto pago, publicado em jornais, revistas, folhetos, cartazes.
Disposição gráfica bem organizada, raramente linear.
Frequentemente acompanhada de imagens.
Uso de sentenças curtas e muitas vezes incompletas, causando impacto.
Uso freqüente de jogo de palavras, metáforas.
Utilização de vocabulário definido em função do público a ser atingido.

ANÚNCIO
Texto pago, publicado em seções especializadas de jornais e revistas, anunciando oferta e procura de bens, utilidade e serviços.
Geralmente de formato pequeno e sem ilustrações, devido ao alto preço do espaço.
Corpo das letras pequeno.
Linguagem direta.
Uso de abreviatura (economia de espaço).
Utilização de negrito e / ou maiúsculas em palavras que merecem destaque.
Uso, geralmente, de verbos no imperativo (função apelativa).
Recorre freqüentemente ao uso de adjetivos.
As estratégias mais usuais nos anúncios são jogos de palavras, metáforas, repetições, insinuações onomatopéias, renovação de títulos, conhecidos, combinação de sons, hipérboles ou exageros, uso de estereótipos, transições de testemunhos em estilo direto.

DEFINIÇÕES
Esclarecem, com clareza e precisão, os significados de palavras, podendo ou não apresentar sinônimos e / ou antônimos e ser completadas por exemplos.
No dicionário, são apresentadas em ordem alfabética.
Frequentemente acompanhadas por informações complementares, tais como: classe gramatical (s.m., substantivo masculino), origem etimológica ( Do lat. Apertu), disciplina ou ciência em que se inclui a palavra a definir (Anat).
Uso de abreviaturas nas informações complementares.
Utilização de frases claras, sem ambiguidades.
Uso de tipografias diferentes em informações distintas (negrito no vocabulário a definir, itálico nas informações complementares.
Os diversos significados apresentam-se separados por números, vírgulas ou barras paralelas.


NOTAS DE ENCICLOPÉDIAS
Textos conceituais.
Linguagem denotativa (as palavras indicam exatamente o que querem dizer
O tema é uma das primeiras informações do texto.
Utilização de terminologia científica, dando rigor à exposição.
Ausência de argumentos tendenciosos.


CARTAZ
Frequentemente, nas ruas, casas comerciais, cinemas e teatros deparamo-nos com cartazes, que são textos breves em cartolinas, cartões, outdoors(cartazes grandes), feitos especialmente para promover um lugar, um produto, uma atividades, um personagem.
O cartaz contém informações essenciais, como o evento promovido, o lugar e a data de sua realização, para assegurar que os anúncio vai ser imediatamente compreendido.
A efetividade depende, em grande parte, do uso das cores, da diagramação, da tipologia selecionada, do tamanho das letras que permita sua leitura a distância. A espacialização do texto sobre o papel e as imagens são recursos de fundamental importância nesse tipo de texto.

CLASSIFICADO
No jornal, há um caderno específico para anúncios pequenos, de menor custo. É o caderno de Classificados.
Classificados são, geralmente, anúncios com mensagens curtas, escritas de forma objetiva e clara, e agrupadas nas páginas do jornal por categoria, daí o nome de Classificados. Abrangem todos os tipos de oferta e procura, desde imóveis, automóveis, móveis, até oferecimento de serviços tais como aulas particulares, serviços domésticos, dentre outros. O anunciante paga de acordo com o tamanho do anúncio.
Exemplos de classificação dos pequenos anúncios:
Imóveis: venda ou aluguel de apartamentos, lotes, lojas;
Automóveis: vendas e troca de automóveis;
Serviços: aula de violão, de informática, academias;
Eletrodomésticos: venda de televisores, rádios, etc.
Mesmo com mensagens curtas, os anúncios precisam conter, principalmente:
Tipo de produto oferecido ou procurado com as características principais, o preço, as condições de pagamento, nome, telefone, e endereço para contato.


FOLHETO
O folheto tem a finalidade de criar no leitor a necessidade de adquirir um produto, visitar um lugar, participar de um evento ou uma campanha.
Os folhetos procuram modificar comportamento por isso têm uma intencionalidade, claramente apelativa. Ao contrário dos outros textos publicitários, os folhetos contêm muita informação.
As imagens complementam a significação do texto.

BIOGRAFIA
É uma narração feita por alguém sobre a vida e obra de outra pessoa. Em geral, os dados biográficos são ordenados cronologicamente, pois a temporalidade, nesse tipo de texto, é uma variável indispensável. Por isso, há um predomínio de recursos lingüísticos que garantam essa temporalidade.
Além disso, esse tipo de texto exige veracidade científica, impondo a necessidade de citações das fontes consultas.
O ponto de vista do autor do texto biográfico se manifesta por meio das fontes utilizadas para pesquisa, bem como no modo de apresentação do texto.
Colocamos numa biografia dados importantes como:
Nome completo;
Local e data de nascimento;
Onde estudou;
Onde viveu;
Fatos mais importantes de sua vida;
Principais realizações.
Outros relatos.



ENTREVISTA
É a maneira mais fiel de se transcreverem as palavras de alguém, mais isso vai depender da competência e da honestidade de quem entrevista.
Normalmente, selecionam-se trechos de uma fala mais longa, por motivo de espaço. Essa escolha dos cortes pode modificar bastante as opiniões originais. Esse é sempre um risco que se corre ao se redizer o que os outros disseram.
Na entrevista, normalmente, separam-se completamente as afirmações de quem pergunta (o entrevistador) das afirmações de quem responde ( o entrevistado).
Por se tratar de um texto jornalístico, a entrevista deve incluir um tema ou com incidência na atualidade, embora a conversação possa derivar para outros temas.
Nesse tipo de texto, é possível apresentar uma introdução extensa com os aspectos mais significativos da conversação mantida, e as perguntas podem ser acompanhadas de comentários, confirmações ou refutações sobre as declarações do e Levantamento de comportamento, tendências e opiniões de um grupo de pessoas acerca de determinado assunto.
Respostas breves e objetivas.
O resultados, apresentados por meio de gráficos, quadros ou tabelas, destacam com precisão os números principais.
Etapas para elaborar uma entrevista:
· Definição do tema(assunto), o que na imprensa chama-se pauta.
· Pesquisa sobre o assunto.
· Definição dos nomes dos entrevistados e conhecimento sobre essas pessoas.
· Agendamento da entrevista(marcação de data, horário e local).
· Elaboração de perguntas.
· Preparação do material a ser usado.


RELATÓRIO
Relatório é uma narração, oral ou escrita, minuciosa e organizada de acontecimentos visto, ouvidos ou observados. Pode ser também de atividades profissionais referentes a umas tarefa.
Um relatório pode conter ilustrações que complementam a explicação, gráficos, mapas, fotos, etc. Caso o relatório seja oral, imagens podem ser mostradas.
Esquema para a elaboração de um relatório:
· Quando aconteceu?
· Onde?
· Em consonância a quê?
· O que aconteceu?
· Qual é o objetivo?
· Qual foi a metodologia utilizada?
· Como foi a aceitação?
· Que conclusão se chegou?

GRÁFICO
Função: transformar informação numérica em informação visual, permitindo uma leitura instantânea.
Textos curtos e objetivos podem complementar as informações.
Título atraente chama a atenção do leitor.
Consta fonte de informações.
Pode ser acompanhado de ilustrações baseadas no tema que se apresenta.
Os gráficos são utilizados para representar dados quantitativos de acontecimentos físicos, econômicos, históricos e outros ocorridos num determinado período.
O gráfico proporciona uma leitura mais rápida sobre o assunto, porque apresenta os dados numéricos por meio de símbolos e legendas e utiliza figuras geométricas, desenhos, facilitando a visualização, a comparação e análise dos dados.
Existem vários tipos de gráficos:
De colunas ou de barras( horizontal ou vertical;
De linhas;
De setores e outros.
É importante que o professor apresente aos alunos os diferentes tipos de gráfico encontrados em livros, jornais e revistas, para que sejam capazes de interpretar os dados fornecidos e depôs construírem outros gráficos.


GRÁFICO DE LINHAS
É muito utilizado para mostrar as variações num período de tempo. Esse tipo de gráfico serve para representar séries cronológicas ou temporais, permitindo a associação quantidade/ tempo
Os gráficos de linhas podem aparecer na forma de figuras, pois apresentam os dados em forma de desenhos.


GRÁFICO DE SETORES
Este tipo de gráfico é usado principalmente para informar o que acontece com as partes de um todo, mostrando a relação entre cada elemento e o total.


TABELA DUPLA ENTRADA
Este tipo de tabela tem como finalidade fazer com que o aluno venha a construir procedimentos de organização de informações utilizando diagramas levando o compreende-las e realizar a leitura


GRÁFICO DE COLUNAS OU DE BARRAS
É a forma mais comum de apresentação de dados que são representados por retângulos na vertical ou horizontal. Neles é marcada a freqüência de ocorrência de fenômeno em função de uma variável.


QUADRO
Par se comunicar o homem (artista) precisa de arte e da técnica e essa comunicação se dá através do que se vê (visual), do que se ouve (auditiva) ou do que se vê e se ouve ao mesmo tempo(audiovisual).
Quando observamos uma obra de arte e estabelecemos um diálogo com ela é muito importante que olhemos com muita atenção. Esse olhar aguçado fará com que aos poucos entendemos os sentimentos e mensagens que a obra despertou em nós e sentimentos e mensagem que o artista procurou transmitir.
Ao trabalhar com as obras de arte temos oportunidade de:
Conhecer os artistas, técnicas e materiais utilizados em determinadas épocas;
Existem muitas maneiras de se reler, refazer ou recriar uma obra de arte:
Leitura formal- primeiro contacto com a obra: analisar as cores trabalhadas, pontos, linhas, formas, texturas, se há seres na obra, planos, técnica e materiais utilizados ( pintura, colagem, montagem, modelagem ), bidimensional ( largura e altura) e tridimensional( largura, altura e profundidade).
Leitura interpretativa: Uma obra de arte pode causar inúmeras sensações e provocar reações inesperadas.
Através de uma obra de arte podemos entender um período histórico, uma situação de determinado
local, uma situação pessoal ou ainda pode ser um protesto ou um jeito de registrar algo.